CHEQUE ESPECIAL: Já sabe das mudanças?


As linhas de crédito mais caras do país – rotativo do cartão de crédito e cheque especial – passaram por mudanças. Em abril de 2017, o Banco Central mudou o rotativo do cartão para tentar acabar com a bola de neve. Agora, temos novas regras do cheque especial. Confira abaixo o que mudou.

O que é o cheque especial?

Antes de falar sobre as mudanças, é importante saber exatamente o que é o cheque especial. Ele é um valor liberado pelo banco para o cliente que fica no negativo. Ou seja, para quem não tem saldo suficiente para pagar uma conta, fazer saques ou compensar um cheque. Em vez de bloquear a conta que fica no vermelho, o banco concede um limite a mais para cobrir essas despesas.Alguns bancos oferecem até mesmo um período de uso do cheque especial sem a cobrança de juros. Mas, depois que passar esse tempo, começam a ser cobrados os juros sobre o valor que ficou em aberto na conta.

Novas regras do cheque especial

A partir de 1º de julho deste ano, entraram em vigor as mudanças no cheque especial. Conheça:
  • O banco deve avisar o cliente quando ele não tiver saldo suficiente na conta e precisar usar o limite do cheque especial.
  • Será preciso deixar claro que o cliente contratou um crédito pré-aprovado.
  • O banco precisará oferecer uma opção para o cliente parcelar o saldo devedor com juros mais baixos do que o original.
  • O valor do limite do cheque especial deve ficar claro no extrato, para não ser confundido com o saldo disponível na conta corrente do consumidor.

Para quem usar mais de 15% do limite do cheque especial durante 30 dias seguidos, com mais de R$ 200, o banco deverá oferecer uma alternativa de parcelamento mais barata. Essa oferta deve ser feita até 5 dias úteis depois que o banco constatar a situação.Caso o cliente não aceite a proposta, o banco precisará refazer a proposta de parcelamento a cada 30 dias. E também poderá reduzir o limite do cheque especial contratado pelo cliente.

O objetivo de mudar as regras é tentar diminuir a taxa de juros média cobrada pelos bancos. Em fevereiro, a média era de 324,1% ao ano, de acordo com o Banco Central.

O consumidor precisa ficar atento, porque o cheque especial deve ser visto como última saída. Primeiro, você deve controlar os seus gastos e fazer uma reserva de emergência.

 

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